Se você acha que o máximo que um teclado de ponta pode oferecer é boa ergonomia e teclas de OLED, a Microsoft Hardware o fará rever seus conceitos. O setor de equipamentos da Microsoft revelou um novo conceito de teclado, onde as telas são sensíveis à pressão dos toques, mais ou menos como direcionais e botões analógicos de joysticks. Dê uma olhada no vídeo para entender:
Isso é possível graças a três membranas feitas de carbono, que vão embaixo do "tapete" presentes nos teclados tradicionais. Uma placa (que não entendi bem o que é; eletrônica/hardware não é meu forte) fecha o aparato necessário para fazer o teclado funcionar.
Dali para frente, vemos várias demonstrações de uso do teclado. Na primeira demonstração, o teclado é reproduzido na tela, e a intensidade dos toques no teclado real aparecem nela. Tecla pequena e verde significa toques leves; tecla grande e vermelha, toques mais fortes. Depois, o narrador conta algumas aplicações práticas. Num jogo FPS, por exemplo, a intensidade dos toques determinaria a velocidade da movimentação (adeus segurar Shift para correr!) e a altura dos pulos. Mas é na digitação que a coisa ganha corpo, fica interessante. São três situações maravilhosas representadas pela demonstração:
- Aumento da fonte para enfatizar determinada palavra, apenas digitando a tal palavra com mais força no teclado;
- Dois níveis para o backspace: aperto leve apaga uma letra; aperto forte, apaga uma palavra;
- Identificação visual de erros de digitação. Geralmente, quando incluímos uma letra acidentalmente, é por um toque leve. Assim, será possível ver na tela qual letra está sobrando, já que, por ter sido digitada acidentalmente por um leve toque, ela estará numa fontre menor.
A Microsoft apresentará a tecnologia publicamente na UIST (User Interface Software and Technology ), em outubro, na cidade de Victoria, no Canadá. Lá, haverá um concurso de inovação entre estudantes, onde os participantes terão que criar aplicações que façam uso do novo teclado. Haverá a distribuição de U$ 2.000,00 em prêmios, e quaisquer tipos de ideias, até as mais inúteis, são bem-vindas.
A grande questão é: quando esse negócio chegará ao mercado?
Fonte: Ars Technica.

Eu percebi a intençao :) Mas acho que ninguem tinha percebido isso antes :D