Ontem à noite o Gizmodo divulgou, com exclusividade, informações, imagens e um vídeo-conceito do Courier, o tablet da Microsoft. Enquanto o mundo da informática gastava tempo predizendo o ainda incerto "iTablet", o equivalente da Apple, a Microsoft, com muita discrição, praticamente na surdina, desenvolvia o Courier. E o trabalho, como se verá a seguir, foi muito bem feito.
Acho que, em casos como esse, não há palavra que explique melhor que um vídeo. Então, lá vai ele:
Não é um tablet PC que roda Windows (eles virão, não pela Microsoft, mas virão). É um conceito totalmente novo, tanto que já há quem o chame de booklet. A interface foge do padrão dos sistemas operacionais conhecidos. É tudo muito intuitivo e natural, e acho que aqui está a chave do Courier, o que o diferenciará dos produtos já conhecidos e comercializados.
Com duas telas multi-touch de 7", lado a lado e com uma dobra no meio, a entrada de dados será feita tanto com os dedos, quanto com a detestada stylus, a "canetinha". Embora a simples menção à palavra "stylus" já dê calafrios em muita gente, parece que a aplicação dela no Courier fará sentido e será útil. A maior parte do uso da stylus refere-se à entrada de texto. Para tanto, a menos que você tenha 6 anos de idade, uma canetinha é mais funcional que os dedos, não? Pois então. O gadget ainda vem com uma câmera embutida, e um botão principal na parte de dentro da dobra, entre as duas telas.
O Courier é um avanço considerável em comparação ao que já conhecemos de computação móvel. Consegue misturar notebook, netbook, Kindle e mais um monte de coisas num único aparelho, bonito e atraente. O preço provavelmente será proibitivo, mesmo lá fora, mas é assim que tudo começa, né?
Algumas fotos, novamente, cortesia do Gizmodo:
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Bom, o aplicativo é maravilhoso e me ajudaria muito em meus projetos de Design, mas por que não colocar este aplicativo em algum outra gandget existente, para que mais um peso?