
A Microsoft sempre se manteve bastante próxima do ambiente acadêmico. Programas como o MSDNAA são a prova viva de que a empresa investe e acredita que, das faculdades e universidades espalhadas pelo mundo, grandes ideias e inovações podem sair.
Para fomentar ainda mais o uso de seus produtos entre acadêmicos, o novíssimo Windows 7 será vendido para eles, em alguns países, por meros U$ 29,99. É o preço mais baixo que se pode pagar por uma licença do novo sistema operacional, mais baixo até do que fabricantes de PCs pagam - U$ 50,00 por licença, segundo o Ars Technica. As edições que fazem parte da promoção são a Home Premium e a Professional; ficará a cargo do acadêmico escolher qual delas deseja adquirir.
Acadêmicos americanos já podem fazer a compra desde já. Os ingleses, poderão fazê-la a partir de 30 de setembro. Em ambos os casos, o sistema será disponibilizado via download, a partir de 22 de outubro. Outros países também farão parte da promoção, apenas a partir de 22 de outubro. São eles: Austrália, Canadá, França, Alemanha, Coreia e México. Brasil? Não foi dessa vez - de novo.
Mais informações, e os links para fazer a compra (caso você seja um acadêmico nos Estados Unidos), estão no site 741.

Não discordo de sua opinião como um todo, só que preços facilitados para estudantes é realmente injusto com os que pagam inteira. Provavelmente pensaríamos da mesma maneira, mas, como estudante, estou cansado de saber que a renda dos estudantes (pelo menos a minha) é bem limitada e com a meia entrada nos damos ao luxo de investirmos em nossos lados culturais.
Errado? Sim. Mas qual é o problema em se aproveitar de uma vantagem dada, desde que ela seja lícita? Se os produtos tem desconto você vai optar por pagar o preço integral para nao tomar vantagem?
Solução? De certo mais complexa que meu pobre entendimento pode formular, mas se os preços nao fossem calculados pra suprir esse desconto E se o estudante também fosse parte da população economicamente ativa eu suponho que a realidade seria diferente.