O alerta âmbar deve ter soado na Microsoft ontem. Segundo o último relatório da Net Applications, em abril a participação do Internet Explorer ficou abaixo dos 60%, para ser mais específico, em 59,95%. No mesmo período, Chrome e Firefox ganharam mais usuários, e fecharam o mês com6,73% e 24,59%, respectivamente.
Essa queda não foi abrupta, repentina. Um ano atrás, o IE detinha aproximadamente 68% de participação no mercado, segundo relatórios da mesma Net Applications. A verdade é que, ante os modelos mais agressivos dos concorrentes, que lançam novas e recheadas versões dos seus navegadores em intervalos de tempo menores, mostram-se mais adequados às constantes inovações e mudanças pelas quais a Web passa, consequentemente, afetando a forma de se navegar.

O Internet Explorer 9 foi apresentado alguns meses atrás, na MIX' 10, e promete novidades significativas, como suporte a HTML5 e CSS3, e a aguardada utilização do poder das placas de vídeo na renderização de sites. O problema é que a versão final é esperada para o final do ano, e até lá talvez já seja tarde demais, ou seja, os diferenciais poderão já estar presentes nos navegadores concorrentes.

De fato os testes têm reconhecido o IE, em si, como o navegador menos seguro da internet, seja decorrente de sua popularidade, sendo o, mais visado pelos hackers e exploradores de falhas, seja em virtude de suas próprias fragilidades.
Dessa forma, cabe a nós, usuários, quando obrigatório o uso do velho IE, mantê-lo sempre atualizado e funcionando num sistema operacional também atualizado e dotado de um bom antivírus. =P