Há vinte anos a Microsoft pesquisa, via seu braço de inovações, a Microsoft Research, novas formas de interação entre humanos e máquinas. O grande poder computacional do qual dispomos hoje, o maior acesso à computação por pessoas comuns e a necessidade de deixar essa relação mais natural são alguns dos pontos que motivam as pesquisas.
Em seu portifólio, a Microsoft possui alguns dos maiores progressos nessa área dos últimos anos, com destaque para o Surface, a tela sensível a toques que interage com objetos físicos em tempo real, e o Kinect, acessório para Xbox 360 que permite a jogadores interagirem com o sistema e jogos usando movimentos corporais e a voz.
No vídeo abaixo, Craig Mundie, chefe de pesquisa e estratégia da Microsoft, comenta alguns avanços e expectativas da empresa no que ele chama de interfaces de usuário naturais. Mouse e teclado, há anos as principais formas de entrada de dados em computadores, pouco a pouco passam a dividir espaço com formas de interação mais naturais a seres humanos. O vídeo é um vislumbre do que estamos presenciando, do início de uma revolução na computação pessoal. (Infelizmente, apenas em inglês):
