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Microsoft: IE9 é o navegador que consome menos energia

Publicado por Rodrigo P. Ghedin em 30/03/11 às 10h23

Em testes realizados pela Microsoft, Internet Explorer 9 foi o mais econômico em termos de energia/bateria.

Com o segmento de navegadores aquecido e bastante equilibrado, qualquer vantagem, em qualquer área, é usada pelas empresas para demonstrar a superioridade dos seus produtos em relação aos demais. O lugar comum desse tipo de comparação são os benchmarks de velocidade, mas há espaço para outros, como o de eficiência energética.

A Microsoft conduziu uma série de testes com os principais navegadores do mercado (Internet Explorer 9, Chrome 10, Firefox 4, Safari 5 e Opera 11) no que diz respeito ao consumo de energia em notebooks. O objetivo era identificar, através de uma série de testes, qual deles era o mais amigável à autonomia dos portáteis, ou em outras palavras, qual impactava menos no consumo de bateria.

Consumo em Watts dos navegadores em sites de notícia.

A bateria incluiu cinco testes: 1) sem navegador algum rodando; 2) navegadores abertos no about:blank; 3) navegadores abrindo sites de notícias, simulando o uso cotidiano de um PC; 4) Galactic, um teste de desempenho baseado em HTML5 da Microsoft; e 5) FishIE Tank, outro benchmark da Microsoft.

No geral, o Internet Explorer 9 moeu a concorrência, seguido (quase) de perto pelo Firefox 4. Chrome e Safari ficaram próximos, mas bem atrás dos dois primeiros colocados, e na lanterna apareceu o Opera. A discrepância se vê no teste final, do tempo em que o notebook aguentou antes de pedir água, digo, energia: com o IE9, a autonomia foi de 3h45. Com o Chrome, a redução foi de quase uma hora, caiu para 2h56. Veja o gráfico completo:

Autonomia do notebook com os principais navegadores (Clique para ampliar)

Muitos contestam o teste pelo fato dele ter sido conduzido pela própria Microsoft, a princípio "suspeita", afinal, seu produto está na disputa — e se sagrou o melhor, com boa vantagem ante a concorrência. Por outro lado, o fato de IE9 e Firefox 4 terem se tão bem talvez seja explicado pela aceleração via hardware/GPU; os dois são os únicos, atualmente, com o recurso presente na versão estável. Chrome e Opera já possuem versões de testes com implementação desse tipo de aceleração, mas ainda longe da vesão final.

O experimento, em detalhes, pode ser visto no IEBlog.

Via Mashable.

Comentários
Seu Nome (Obrigatório) comentou em 28/08/11 às 15h12: Responder s9xLY5 , [url=http://iqujakdhgwsa.com/]iqujakdhgwsa[/url], [link=http://jtlwpnknlmdk.com/]jtlwpnknlmdk[/link], http://bmghrwxhqmqd.com/
Seu Nome (Obrigatório) comentou em 17/08/11 às 12h00: Responder D6NhvY qhzrsstmqaiz
Seu Nome (Obrigatório) comentou em 14/08/11 às 11h02: Responder You know what, I′m very much icnilend to agree.
Jonathan comentou em 06/04/11 às 22h49: Responder Discordo que a Microsoft tenha dado um tiro no pé em não torná-lo compatível ao Windows XP. Pelo contrário, além de estimular as vendas do Windows Vista/7, ela para de se preocupar em tornar softwares novos compatíveis com os obsoletos e obriga os nostálgicos a atualizarem o sistema :D
Jorge Afonso comentou em 31/03/11 às 08h13: Responder Eu não diria ser uma ″grande vantagem″, mesmo ela querendo que o IE fosse melhor que os outros, ela não conseguiu fazer muita frente ao Firefox.. Notebooks com firefox 4 duram menos 10 minutos de bateria? Tudo bem... Eu sacrifico 10 minutinhos dela para ter uma experiência mais rica na internet.
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