Até agora, o Chrome mirava única e exclusivamente em usuários domésticos. Havia fraquezas até risíveis do navegador da Google quando usado em ambiente corporativo, espaço dominado pelo Internet Explorer e com alguma participação do Firefox, que conseguiu seu espaço a duras penas.
Isso, porém, está prestes a mudar. Agora com o navegador establizado, cheio de recursos e crescendo mais e mais na preferência dos usuários, a Google divide o foco e passa a assediar também usuários corporativos.
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Para entrar nesse universo de políticas de grupo, direitos administrativos e controle do que pode e do que não pode, a empresa de Mountain View lançou uma documentação a respeito do tema. Ela traz manuais rápidos de implementação para Windows, Mac OS X e Linux, e alguns tutoriais que ensinam como desligar as atualizações automáticas e configurar vários elementos do navegador, da página inicial até limitações na sincronia de dados.
O Firefox, como dito, teve um trabalho enorme para conscientizar a indústria de que navegador para trabalho não precisa ser, necessariamente, o IE. O Chrome, que mês a mês conquista espaço e já é usado por mais de 10% do mundo, ainda carece de recursos apreciados no ambiente corporativo, como melhor suporte a impressão, mas dá os primeiros passos para abocanhar, também, uma fatia desse importante espaço.
Fonte: CNet.
