E a história se repete. No mês de junho, terminado ontem, mais uma vez o Chrome ganhou espaço às custas do que o Internet Explorer perdeu. A sucessão de subida de um e declínio de outro já tem mais de um ano, começou em 2009.
Mesmo com a guinada na mentalidade da Microsoft em se tratando do seu navegador e o lançamento do Internet Explorer 9 que, de forma exemplar, abraçou muitos padrões web e acelerou a renderização de páginas, o market share da Microsoft não parou de cair. Entre maio e junho desse ano, a queda foi de 0,6%, de 54,3% para 53,7%.
No mesmo período, o Chrome subiu de 12,5% para 13,1%, os mesmos 0,6% perdidos pelo IE. Fechando o quinteto dos principais navegadores, o Firefox, que teve um grande release, permaneceu em segundo lugar, estável com 21,7%; o Safari, da Apple, subiu de 7,3% para 7,5% (+0,2%) e o Opera, mesmo com versão nova, caiu, de 2% para 1,7% (-0,3%).
Apesar das constantes quedas do Internet Explorer, vale notar que a última versão, o IE9, subiu no mesmo período, de 4,2% para 5,7%. O crescimento é menor que no mês anterior.
Quem chamou a atenção em junho, porém, foi o iPad, tablet da Apple. Pela primeira vez o Safari Mobile, navegador padrão do dispositivo, chegou a 1% no uso global de navegadores. Ainda é pouco para colocá-lo entre os grandes, mas é uma marca notável para um equipamento tão novo (pouco mais de um ano no mercado).
Os dados citados ao longo do post foram auferidos pela NetApplications, instituto especializado em análises do gênero.
Com informações da Cnet.
